Há episódios ao longo da minha vida, que quando os lembro acabo por rir com gosto, afinal se rir faz bem, melhor rir do que acontece do que chorar...
Ontem depois de um dia de trabalho, chego á estação e por motivos até então desconhecidos, estavam combóios atrasados, nas gares trocadas, um perfeito caos.
Nem pestanejei, esperei paciente, e depois de entrar o combóio parava... depois andava e lá parava outra vez.
Dizia o "homem invisível" (aquele que fala para nós no combóio e nunca o vemos) - "Srs passageiros este combóio circula com atraso, pedimos as maiores desculpas! "
E eu cá para mim: Tás desculpado!
Cheguei tardissimo e esperei pelo bendito do autocarro, mais um par de minutos.
No fim da viagem levanto-me e eis senão que o homem que pensa conduzir na Fórmula 1,
(o sinhor motorista) faz a curva a mil... e eu a tentar segurar-me, a tentar ...a tentarrrrrrrr e.... tchramm
voei para o colo de 3 passageiros!
E ali tava eu esparrameirada em cima deles! Ergui-me quando pude, e pedi mil desculpas.. Saí rapidamente e cá fora desato a rir e pensei: "Amanhã quando me virem sai tudo de volta de mim!"
Entrei em casa ainda a sorrir por dentro, e pensei : "Vá láaa apesar do tempo de demora e da queda colossal, ainda há coisas que me fazem rir"
Hoje vou falar-vos de amor... daquele amor de que todos falam... e será que sabem do que falam? daquele amor que (quase) todos conhecem... ou que pelo menos já ouviram falar; porque de todos os sentimentos/"conceitos", o amor foi o argumento de mais filmes, o tema de mais baladas, o amor fez correr rios de tinta, em livros e mais livros, dramas, tragédias, poesias, histórias do "viveram felizes para sempre"... enfim...tudo
Mas o que é o Amor?
*Afinal o que é o amor? * Como viver o amor? * O amor tem data de validade? * E o que fica depois do amor? * E como gerir e direccionar esse espaço depois do amor?
Digam-me de vossa justiça, expliquem aqui o que é o amor.
Sobre o amor dois homens separados no tempo... mas a ideia parece idêntica:
Picasso "...Bom mesmo é o inicio, porque a seguir vem logo o fim..."
Miguel Sousa Tavares "Primeiro parece fácil, é o coração que arrasta a cabeça, a vontade de ser feliz que cala as dúvidas e os medos. mas, depois é a cabeça que trava o coração, as pequenas coisas que parecem derrotar as grandes, um sufoco inexplicável que aparece onde dantes estava a intimidade."
Olha para os sapatos de uma Mulher e adivinharás o estado emocional dela; as metas e expectativas ; se a auto-estima dela está alta ou baixa; e, o que é mais importante, a atitude dela em relação ao sexo.
Alguns tipos de sapatos femininos, como mocassins e ténis, são sexualmente neutros. Mulheres que usam habitualmente este tipo de calçado não se preocupam em propagar agressivamente a sua sensualidade.
Se algum dia observás-te uma mulher de salto alto a andar pela rua, saberás o poder de atraccão que este tipo de sapato exerce. O ritmo de quem está a usar salto alto é tanto auditivo como visual, uma combinação magnetizadora de passos...
Uma mulher de salto alto é uma sereia, olhada tanto por homens como por mulheres embora por motivos diferentes.
Apesar do custo relativamente baixo, o sapato de salto alto substitui a pulseira de brilhantes e o casaco de peles como símbolo do luxo.
Desta forma, a importância do salto como uma afirmação da moda permanece incontestada, tanto que os nomes dos que desenham sapatos caros tornaram-se muito conhecidos, mesmo fora dos limites rarefeitos do mundo da moda.
"Psiquiatras descrevem a relação entre o salto alto e o sexo, sugerindo que as mulheres anseiam pelo salto alto, como uma espécie de paliativo para a inveja do pênis, uma conclusão que se baseia na hipótese de que o sapato se assemelha ao órgão sexual masculino. " (esta explicação deixou-me fascinada!)
Finalmente entendi o motivo da preferência do Príncipe pela Cinderela relativamente ás filhas da madrasta: só ela possuía pés e sapatos de salto
tão perfeitos que tirariam qualquer um do sério.
P.S. - Sou apaixonada por sapatos, mas hoje diria: "Arre porra pa bonita ser porque tenho eu de sofrer?"
Nada com 4 dias ensolarados, em pleno mês de Novembro e... não ter de trabalhar!
Que maravilha!
Estas mini-férias beijadas pelo Sol, animaram-me e deu para ganhar energias que andavam perdidas.
Ficar estes dias na Casinha do Quintal, ter a companhia das filhas (e seus apêndices) e melhor ainda a preciosa Lara, fizeram do 1ºdia um dia bem especial.
No segundo, já sem a casa cheia, acordar e sentar-me de pijama e roupão, no alpendre, aquecendo o coração e o corpo com aquele solinho da manhã... Hum que bom!
Entre o quintal e a casinha, o tempo decorreu morno e tranquilo.
Sábado uma ida a casa, passar no cemitério
e "falar" com o meu pai um cadinho,
reconfortou-me tanto... Ir ver a minha Custódia e, esquecer que tinha almoço para fazer, de boa que a conversa estava, ouro sobre azul!
Que mal fez almoçar ás 15h?
Nenhum!
E ficou combinado um almoço a quatro para o dia seguinte.
E no Domingo, foi com imensa alegria que recebi a minha Custódia e marido.
Pusémos conversas em dia.
Partilhámos ideias,
recordamos o passado,
e as netas foram um dos temas preferidos.
A tarde já ia longa quando nos despedimos.
Um xi apertadinho nela, que me sabe sempre bem e a promessa de voltarmos a repetir dias assim,
como outrora faziamos, e a vida nos obrigou a interromper numa dada altura.
Adorei este fim-de-semana!
E querem saber? Tou tão bem dispostinha que nem me custa ter vindo hoje trabalhar!
Nada me apetece escrever em particular, sendo que, aqui quem dita as regras é o Coração.
Mas este anda meio adormecido, numa madorna de indiferença e letargia, que nada de especial me apraz registar.
A grande verdade é que os dias seguem-se uns aos outros, as pessoas continuam muito iguais a si mesmas, e eu olho e... sinto uma indiferença imensa, porque nada é novo, nada mudou nada "mexe" comigo.
(Bocejo).... Que preguiça de sentimentos.... Hum.... enroscada no ninho do meu coração, fico sossegadita, á espera, não sei bem de quê, mas que algo me faça mudar esta estranha forma de sentir.
Sabem quando conhecemos alguém que vive para lixar os outros? Que está sempre á procura de coisas para deitar os outros abaixo? Chatiar até á exaustão... Corroer a alma de tudo o que mexe? Sabem do que falo?
Pois, mas esses espécimes Comigo não fazem farinha,
Sabem o que faço? Quando vêm para me chatiar, Penso para mim apenas, Que tenho alguém doente à minha frente, Daquelas pessoas que precisam de tratamento,
Sabem como reajo? Falo devagar, Pausadamente, Quase como se falasse com uma criança, O que os desarma completamente.
Quem está de fora, Deve achar que quem não bate bem sou eu, Mas, depois sou eu que sorrio tranquila.
Mas não somos todas assim, Há sempre alguém mais fraco, Que se deixa deitar abaixo, Que tem medo.
O caricato é que quando essas pessoas más, Fazem mal, Acabam sempre por lhes cair as coisas todas em cima, Têm mais trabalho acumulado, Têm mais chatices, Têm muitas complicações, Têm muitas zangas também, Em suma não lhes falta nada.
Não querendo ser mais má que já sou:) Quando sei o que se passa, Digo para mim:
Quando o Outono chega, as folhas caem das árvores para o chão. Aliás, deveria dizer: quando as folhas caem, é Outono. O ar fica mais fresco, todas as coisas sobre a terra parecem de repente tão diferentes, as manhãs são fulgurantes e esplêndidas e as noites deliciosamente frias. As cores de fogo, como estas do Outono, são gritos.
Mas este ano o Outono está quente e diferente, Sem vontade de se despedir do Verão… Um Outono envergonhado, diria eu. Já nada é igual, nem o Outono.
Ajuda-te Valoriza-te Respeita-te Acredita em ti Nunca te goza Compreende-te Nunca se ri de ti Aceita-te como és Eleva o teu espírito Caminha a teu lado Perdoa os teus erros Admira-te no teu todo Acalma os teus medos Oferece-te o seu apoio Ajuda-te a levantares-te Diz coisas lindas sobre ti Ama-te por aquilo que és Explica-te o que não entendes Diz-te tudo sobre o teu coração Entrega-se-te incondicionalmente Diz-te a verdade, quando precisas ouvi-la Grita-te, se necessário quando não queres "ver" a realidade
Um amigo é tudo isto e muito mais.
"A amizade é a certeza de saber que nunca mais estaremos sozinhos."
Dedico o post de hoje aos meus/minhas, preciosos amigos e amigas.
Hoje deixo-vos um texto que não é meu, penso que é a primeira vez, que aqui deixo algo que eu não tenha redigido.
Mas gosto imenso de Antoine Saint-Exupéry e o texto é lindissimo.
Com votos de um bom fim de semana, deixo-vos:
ESTRELAS
As pessoas tem estrelas que não são as mesmas.
Para uns que viajam, As estrelas são guias.
Para outros, elas não passamde pequenas luzes. Para outros os sábios, são problemas. Para o negociante, eram ouro.
Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém terás estrelas como ninguém (...) quando olhares o céu de noite, porque habitarei numa delas, porque numa delas estarei rindo, então será como se todas as estrelas te rissem!
Quando um casamento não dá certo e acaba, vem sempre uma sensação de frustração e perda, certo?
Parece que já não é assim.
O tom agora é só de alívio: “OK, terminou. Então, vamos festejar”.
A festa de divórcio, que” virou” febre há 3 anos atrás em Nova Iorque espalhou-se rapidamente pelo mundo, chegando aos “tugas”, que aderiram frenéticamente.
É um misto de despedida, chá-bar e ritual exorcista, com direito a listas de presentes, sites e livros especializados.
Já que, pelas estatísticas, 50 por cento dos casamentos acabam em divórcio, que se faça a Festa do Divórcio.
Existem algumas sugestões: (sem garantia de sucesso)
Festa do Divórcio:
Se a vida lhe der limões, faça limonada e acrescente tequila.
Tema: “El Divorcio”,
Convites: Todos os ex e futuros pretendentes, amigos e amigas que foram ao casamento, quantos mais melhor.
Musica: "I will Survive" com a Gloria Gaynor, é muito bem. Mas há quem prefira a “Marcha Fúnebre”, gostos não se discutem!
Contratar: muitos dançarinos de salsa para "abanar" a malta..
Lista de presentes: pode ter desde um bibelô manhoso até um plasma, lingery sexy, e o tudo o mais que a imaginação dos convidados conseguir...
Decoração do bolo: Chantilly com corante a preto e os noivos de pernas para o ar, enterrados firmemente no mesmo.
Detalhe: os ex podem até celebrar juntos, em vez de enfrentarem um divórcio litigioso, seguido de intermináveis batalhas na justiça.
E esta heim?
Com direito a festa, presentes e dança, que esperam os duvidosos para fazerem a "festa"?